Feeds:
Posts
Comentários

No dia 21 de maio finalizei a gravação das música Amar e Servir e Seu Terno Olhar. Gravaram no mesmo dia a Rosi (soprano) e a Pri (contralto). Havia uma festa de aniversário de 1 ano da minha sobrinha. Marquei a gravação com a Priscila antes da festa (às 18h) e com a Rosi de pois (23 h). Deu tudo certo, não houve contratempos e elas, que já haviam gravado as músicas antes cada uma acompanhada de outra cantora (mas eu joguei a gravação fora porque não ficou legal), mandaram muito bem.

Sendo assim, das 134 tarefas do CD já terminamos 31. Estamos a 23% do final. Matamos um pontinho percentual. Isso me enche de expectativa… Daqui 10 anos teremos terminado o projeto, com certeza!

Nesse fim de semana colocamos mais um tijolinho no projeto. Na última sexta, dia, 14, a Gi gravou o mezzo das músicas “Seu terno olhar” e “Amar e servir”. Novamente, também foi uma gravação sem dificuldades: ela chegou, nem tomou conhecimento do que estava acontecendo, cantou e foi embora com o maridão, o Thiago. Gastamos cerca de 1,5 h. A maior dificuldade mesmo foi um pequeno baile que meu equipamento deu na hora de gravar, mas em pouco tempo consegui resolver o problema. Tambem tivemos um atraso no início da gravação que estava agendada para as 21:30. Sempre que possível busco a Flávia na estação do trem e nesse dia, como em outras ocasiões, ela veio de carona com uma colega de trabalho. O trânsito pesadíssimo na Av. dos Estados causou um atraso de quase 30 minutos, o que provocou um atraso no início da gravação, uma vez que, ao chegar em casa (coincidentemente no mesmo instante em que a Gi e o Thiago chegavam), a Gi teve que esperar eu terminar de montar o setup, algo que não aconteceria se o atraso da Flávia por causa do trânsito não tivesse ocorrido. Tirando isso, só alegria. Ainda vamos a 22%. Devagar se vai ao longe.

Badaquias III, Semana 4 (22%)

Em maio do ano passado, depois de um longo tempo sem trabalhar com o projeto, resolvi que era tempo de ressuscitá-lo e começar a contar as semanas para ver em quantas semanas o projeto terminaria. Em menos de 2 meses o projeto entrou em hibernação de novo. Em meados de abril desse ano o retomei e, dessa vez, mais organizado, pretendo terminá-lo de uma vez. Portanto, recomecei a contagem das semanas e pretendo terminá-lo o quanto antes. Se conseguir um pouco mais de disciplina na documentação, registrarei aqui no blog quando houver algum progresso (tomara que semanal).

No final, o CD terá 15 músicas. Provavelmente. Espero não mexer mais no repertório. Vamos ver se consigo.

Ontem o André, barítono, gravou as músicas Amar e Servir e Seu Terno Olhar. Foi uma gravação tranqüila, sem surpresas, em aproximadamente 1 hora e meia.

Gravação das músicas Amar e Servir e Seu Terno Olhar com o André

Das 134 tarefas do projeto, 29 já estão concluídas. O percentual de finalização do CD, no momento, é de 22%. Tem chão…

El Señor – First Call

Durante a primeira metade da década de 2000, eu regi um coro jovem do departamento de missões de minha igreja, o Coral Ingrid Fransson, carinhosamente chamado de Cifra. Fazíamos músicas de vários países. Dentre elas, havia uma música que cantávamos em duas versões, em inglês e espanhol, Lord of All e El Señor, do First Call, um trio evangélico norteamericano.

A música é muito bonita e o arranjo que cantávamos era uma adaptação do arranjo do First Call. Não me lembro quem fez a adaptação, se eu ou outra pessoa. Deparando-me com essa música, a adaptação me pareceu um pouco problemática e eu fiz alguns reparos nela, versão essa que coloco à disposição.

Nível de dificuldade: fácil.

O pacote com os arquivos pode ser baixado de http://www.4shared.com/file/j3Pegx8R/2_El_Senor.html. Ele contém os seguintes arquivos, além da pasta de arquivos de trabalho:

  • 03 El Señor First Call La Razon de Cantar.mp3
  • El Señor – First Call.pdf (partitura)
  • El Senor S.mp3 – kit de ensaio do soprano
  • El Senor C.mp3 – kit de ensaio do contralto
  • El Senor T.mp3 – kit de ensaio do tenor
  • El Senor B.mp3 – kit de ensaio do barítono

Ufa! Depois de um longo e tenebroso inverno, voltei a gravar. Diversos fatores, principalmente o profissional, me forçaram a dar uma nova pausa nas gravações. Agora espero voltar para valer e terminar de vez essa encrenca de CD. Ontem gravei o soprano de Amar e Servir, com a Camila (minha sobrinha mais velha) e a Rosiane (minha irmã caçula).

Se tudo correr bem, logo termino a gravação dessa música. Daí só faltarão 3 músicas para terminar a fase de gravações de músicas do CD. Eu já gravei as vozes mezzo, contralto, barítono e baixo dessa música mas apenas a gravação do contralto ficou razoável. Vou ter que regrar as demais vozes. Paciência. O lado bom é que isso está sendo feito em casa, portanto, o esforço é menor.

Percentual do projeto terminado até o momento: 25%

As últimas 4 gravações (dias 28 e 29 de abril,  4 e 5 de junho) foram canceladas por motivos alheios à minha vontade.

Ontem, pela segunda vez, a Nilda estava sem condições de gravar por problemas vocais. Acabei cortando-a. Ela será substituída pela Camila, sua filha. Hoje, o Daniel me ligou dizendo que foi convocado para trabalhar.

Na semana passada, quem não estava bem da voz era a Edna. O outro motivo de cancelamento… nem me lembro mais.

Tá osso! Nada mais a declarar.

Nos últimos 2 fins de semana consegui operacionalizar o homestudio de forma satisfatória. Gravei as vozes contralto e baixo da música “Amar e Servir”. Mandei uma cópia da captação do contralto e o retorno do Jalex foi: “Ouvi o material e parece bem limpa a gravação, embora o reverber que vc colocou não me permita avaliá-la como se deve. Mas adianto que seu isolamento sonoro aí é muito bom e creio que não teremos grandes problemas com as vozes gravadas, ainda mais nas canções com play-back.” Portanto, posso considerar que o início das operações do estúdio está dentro do esperado.

A experiência de gravação no homestudio está sendo bastante interessante porque estou adotando uma estratégia que não podia adotar num estúdio comercial por causa dos custos: eu gravo diversas tomadas (takes) da mesma frase durante a gravação. As primeiras tomadas geralmente não saem muito legais (as linhas melódias costumam ser um pouco complicadas), mas as seguintes vão melhorando. Depois da gravação, invisto um tempo ouvindo cada uma das frases e seleciono as duas melhores para ficarem no registro com dobra.

No estúdio do Jalex isso não era possível, afinal não tínhamos todo o tempo disponível. Sem falar que, na minha casa, o ambiente mais informal deixa os cantores mais à vontade. No estúdio do Jalex cantávamos algumas vezes, e se necessário, regravávamos trechos de frases, às vezes sílabas, para deixar tudo ok. Porque não daria para fazer inúmeras gravações e ainda o Jalex ter que investir tempo para analisar cada uma delas e escolher a melhor. Sairia muito caro.

Portanto, essa estratégia de gravar em casa favorece isso, o que representará um grande aprendizado para mim, também, na técnica de gravação vocal. Aos poucos eu irei sacando as sutilezas da arte de gravar vozes e esse exercício de gravar vários takes e analisá-los depois será um grande aprendizado no domínio dessa técnica.

Evidentemente, as gravações não terão a qualidade das feitas pelo Jalex, mas mesmo assim será algo muito interessante.

Um aspecto novo e interessante que surgiu foi a questão dos ensaios. Como não estava com meu setup totalmente funcional, acabei fazendo o ensaio da voz do baixo com o playback saindo dos monitores de referência e sem que eles cantassem no microfone condensador. A ideia é que os cantores já cantem no microfone condensador durante os ensaios para irem se acostumando mais com a pegada. Como isso não aconteceu com o baixo, no momento da gravação tivemos uma dificuldade muito grande para fazer uma timbragem mínima das duas vozes, algo que teríamos identificado de imediato se tivéssemos feito o ensaio direto no microfone (eu decidi, por questões de sonoridade, colocar 2 pessoas cantando por voz nessa música).

Esse exemplo mostra que, já na segunda seção de gravação, tivemos um grande aprendizado. Isso é muito bom. Estou gostando da experiência.

Evidentemente, essa estratégia de ensaiar com o pessoal cantando já direto no microfone condensador, pensando na gravação, é válida porque não pretendo fazer apresentações ao vivo do repertório do CD (ele é muito complexo e demandaria muito tempo de ensaio). Para apresentações ao vivo, um outro tipo de repertório seria mais indicado, ainda mais no nosso caso que quase não nos vemos para ensaiar, e a captação dos microfones também seria outra, é claro.

De 106 tarefas desde a concepção dos arranjos até a matriz do CD para prensagem, incluindo as documentações que pretendo lançar, foram concluídas 23. Estamos a 21,7% na evolução do projeto. Tem chão…